
Imagem 1
Vários fatores devem ser considerados ao decidir a configuração dos internos do vaso. O primeiro passo é determinar a área da seção transversal necessária. Em seguida, a geometria alternativa e a forma apropriada para o local da embarcação e da planta são selecionadas. A imagem 1 mostra as configurações mais típicas, mas de forma alguma completas. As almofadas do desembaçador podem ser de virtualmente todo o tamanho ou forma acomodar todos os fatores.
Visualizações simplificadas de configurações típicas do desembaçador em vasos separadores
Imagem 1
Imagem 2
O desempenho da almofada desembaçadora depende de uma distribuição de velocidade uniforme sobre a área da seção transversal. Representações para casos específicos são ilustradas na imagem 2. Pequenas diferenças de velocidade são aceitáveis, mas devem ser minimizadas no estágio de projeto. Caso contrário, algumas regiões do desembaçador podem ser submetidas a cargas pesadas, levando ao rearrastamento, enquanto outras regiões não são utilizadas.
Geralmente, a almofada desembaçadora está localizada a montante do bocal de saída com espaço de desengate insuficiente. O vapor tende a canalizar através da almofada no armário da região para o bocal de saída e as regiões periféricas da almofada permanecem sem uso. Para corrigir isso, nossos engenheiros aplicam um distribuidor de fluxo integral que é soldado a regiões da face a jusante da almofada. Esta técnica permite que o coordenador aumente selectivamente a gota de pressão através das regiões da almofada prováveis sofrer da canalização, e é eficaz na redução de custos.